COLUNA DA NATÁLIA

AND THE OSCAR GOES TO: RENÉE! #CINEMA10/02/20

Atriz se supera em ''Judy''

Dizem os críticos que Hollywood adora premiar filmes biográficos - ainda que não sejam os melhores do páreo – e sempre se encanta pelas performances de atores que encarnam personagens reais, deixando outros fatores que fazem uma boa produção ter sucesso de lado.
 
Esses mesmos especialistas não gostaram de “Judy”, embora reconheçam o esplendor de Renée Zellweger, que levou o Oscar de melhor atriz e vem acumulando premiações pelo papel que a trouxe de volta à telona, depois de um período longo e conturbado.
 
O filme volta ao inverno de 1968 e encontra Judy Garland num momento de baixa nos Estados Unidos e de mala prontas para Londres, o que a mantem afastada dos filhos, sua única alegria. Na capital inglesa, ela enfrenta a solidão e os problemas com álcool e remédios e é inevitável se lembrar de sua adolescência conturbada sob os holofotes.
 
Focado na decadência de um dos maiores ícones do cinema – para quem chegou agora Judy Garland se notabilizou pela performance em “O Mágico de Oz” -, o filme do diretor Rupert Goold emociona e faz pensar, pois fica clara ali a pressão massacrante que sofrera quando garota. Ela foi a cria perfeita de Hollywood, para o bem e para o mal.
 
NATALIA DORNELLAS
FOTOS: DIVULGAÇÃO

 



COMPARTILHE A MATÉRIA


COMENTÁRIOS




MENSAGEM




FACEBOOK