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TEST: HARLEY-DAVIDSON HERITAGE 201808/02/18

Nosso colunista Marcelo Diogo conta do test ride

Dando continuidade à série de test rides na nova linha 2018 da marca norte-americana (relembre), saí para uma volta com a nova Heritage Classic (aqui), integrante da família Softail e apelidada de “a ovelha negra da família”.

“Classico sombrio da era moderna”

 

A primeira motocicleta da linha Softail foi a FXST, lançada em 1983, com um projeto inovador do mecânico Bill Davis. Como principal característica do quadro, a instalação de molas e amortecedores traseiros ocultos sob a caixa de transmissão, lembrando o aspecto visual das antigas Harleys que não possuíam suspensão traseira, popularmente conhecidas como "rabo duro" (hardtail  em inglês). O nome Softail (traduzido livremente como "rabo macio") foi a consequência natural de um projeto que resgatou uma importante referência estilística da marca mediante o emprego de uma eficiente e discreta solução técnica para a satisfação e o conforto de seus aficionados.

Peguei a moto na BH Harley Davidson (veja) e, como de costume, subi a BR-040 e peguei a estradinha montanhosa e cheia de curvas para o vilarejo de Casa Branca. O novo motor Milwaukee-Eight 107, com 1.745 cc, mostra seu torque nas retomadas rápidas e ultrapassagens. Como na Fat Boy, o quadro ficou mais alto, com as pedaleiras posicionadas um pouco mais altas também (a minha Softail DeLuxe 2012 raspa o fundo nos quebra-molas e as pedaleiras nas curvas, mesmo já tendo levantado 1,5 polegadas a suspensão vinda de fábrica). Completa o design do modelo faróis principais e auxiliares em LED e alforges rígidos ideais para viagens curtas pelas estradas brasileiras.

 

Serviço:

BHHD

Onde: av. Raja Gabaglia, 4500, Santa Lúcia

Contato: (31) 2532-4444

#acelera

MARCELO DIOGO (COLABORAÇÃO ESPECIAL)

FOTOS DIVULGAÇÃO/ACERVO PESSOAL

 




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