SOBRE

Tenho uma teoria comportamental (mas podem chamar de viagem particular). Penso que Belo Horizonte se divide em duas cidades. Uma, infelizmente bem maior, chamada Pequenópolis e outra adjacente batizada de Bacanópolis.

A diferença básica entre a primeira e a segunda está nas pessoas e sua forma de ver o mundo. Exemplo: o pequenopolitano desrespeita o outro no trânsito todos os dias pela manhã, à tarde e à noite também; não está aberto a mudanças e passa seus dias na janela vendo a vida passar no feudo. Já o indivíduo natural de Bacanópolis pensa sempre adiante e para cima. É esperto, criativo, inclusivo, respeita o diferente e tem uma intenção quase naif de mudar o mundo, de "bacanopolizar".

Uma vez conhecedores dessa dicotomia, cabe a nós escolher de que lado ficar, ou melhor, onde viver. Se de um lado do muro ou do outro. Pollyana que sou, resolvi ser uma fiel escudeira de Bacanópolis, e vivo na esperança de que a cidade que eu gosto deixe de ser um município de Pequenópolis para virar uma grande metrópole.

E o site com isso? Viemos para democratizar a informação. Contar que fulano de tal fez um trabalho incrível que só os seus vizinhos conhecem, afinal Bacanopólis é cheia de guetos. Deixar a turma saber que vale a pena viajar até um bairro mais distante e encontrar um restaurante gostoso, uma lojinha escondida. Ou seja, permitir que todo mundo conheça as delícias do seu terreiro.

Vem pra Bacanópolis você também, vem!

Natália
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